Micolás Maduro é o novo presidente da Venezuela, ganha as eleições com 50,7 % dos votos. Henrique Capriles obtém 49,1%. Após o anuncio do vencedor pelo colégio eleitoral, o candidato perdedor diz não aceitar os resultados. Nada que não se estivesse à espera. As forças mais reaccionárias, usam toda a sua influência sobre alguns sectores da população para criar instabilidade e assim obterem dividendos políticos tentam ganhar na rua, o que não ganharam nas urnas. Considerado um dos sistemas eleitorais mais avançados do mundo, as eleições na Venezuela contam com a presença de observadores internacionais, para validar o escrutínio. Até agora nenhum desses observadores veio dizer que existiram irregularidades na contagem dos votos.
Tanto se fala em democracia e nas vantagens que são, viver, neste sistema de sociedade, mas só quando a democracia lhes é favorável, quando os interesses do capitalismo não estão assegurados, então, legitimar eleições, onde o povo não escolhe "bem", não interessa, vai daí, diz-se que existiu uma fraude. Nos países da América Latina isso sempre foi o "pão nosso de cada dia", veja-se o exemplo do Chile de tantos outros. Infelizmente, até ao momento já morreram sete pessoas, neste conflito e muitos foram os feridos que chegaram aos hospitais. Mortes que acontecem devido à ganancia de alguns. O povo deve estar atento e defender esta legitimidade democrática, da sua escolha.
Por cá, as noticias vindas a publico, sobre este caso, são mais do mesmo. Falam em fraudes, dizem que os resultados não são assim tão claros, tentam dar força à oposição de direita, com o intuito de desestabilizar o país.
O capitalismo tem sempre destas coisas, à que o combater usando todas as "armas" que temos ao nosso alcance, a força da nossa razão e da nossa luta. Adélante Venezuela, a luta continua.
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