
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Seria bom...um mundo de PAZ

quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Saudade do Álvaro

quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cidadão Português expulso de Marrocos
Nota do Gabinete de Imprensa do PCP
Sobre expulsão do Presidente da FMJD pelas autoridades marroquinas
Terça 2 de Novembro de 2010Nos dias 30 e 31 de Outubro, o presidente da Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD) e Coordenador da Comissão Organizadora do Comité Internacional do 17.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, Tiago Vieira, foi detido e expulso pelas autoridades marroquinas sem qualquer explicação consistente.
Em visita a Laayoune, após apelo e convite da organização de juventude saharaui UJSARIO dada a situação de cerco que o exército marroquino tem imposto aos activistas do Sahara Ocidental naquela região (cerco que já levou à morte um jovem de 14 anos assassinado há poucos dias pelas forças marroquinas), Tiago Vieira foi abordado pela polícia marroquina ainda no interior do avião procedente de Casablanca, recém aterrado em Laayoune. Foram-lhe feitas perguntas sobre o porquê da visita àquela região de Marrocos e tiradas fotografias do seu rosto assim como do seu passaporte, sem qualquer explicação e com a referência apenas ao “cumprimento de ordens”.
Retido no avião, o presidente da FMJD foi posteriormente obrigado a regressar para a Casablanca, privado do passaporte, que durante o voo foi retido pelo próprio piloto do avião. Ao chegar a Casablanca, sem conseguir recuperar o passaporte, foi encaminhado para um carro da polícia, nova detentora do passaporte, que o encaminhou para uma sala onde além do frio e ausência de sítio para dormir, ficou durante mais de 15 horas sem qualquer justificação, tendo apenas sido informado (ao fim de 12 horas) que a polícia marroquina o havia colocado no próximo voo para Portugal. Escoltado pela polícia até à porta de embarque do avião, o presidente da FMJD voltou a insistir no apuramento da razão desta expulsão do país, e uma vez mais lhe foi dito que eram “apenas ordens de alguém superior”.
O PCP repudia a actuação das diversas autoridades marroquinas envolvidas numa acção atentatória de várias regras do direito internacional, de acordos existentes entre Portugal e Marrocos no âmbito da circulação de pessoas, assim como dos Direitos Humanos.
Além dos cargos que ocupa na Federação Mundial da Juventude Democrática e no Comité Organizador Internacional do 17º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, Tiago Vieira é Dirigente da JCP e membro do Comité Central do PCP.
O Partido Comunista Português usará dos meios institucionais e legais ao seu dispor para exigir das autoridades marroquinas um pronto e cabal esclarecimento do sucedido, bem como o necessário pedido de desculpas formal a Tiago Vieira enquanto Presidente da Federação Mundial da Juventude Democrática.
O PCP reclama do Governo português a necessária acção junto da representação diplomática de Marrocos em Portugal visando o pronto e cabal esclarecimento do sucedido e uma inequívoca e pronta condenação das acções praticadas pelas autoridades marroquinas contra Tiago Vieira e contra a FMJD, organização que é “Mensageiro da Paz” das Nações Unidas, que mantém relações com a UNESCO, com membros de mais de 120 países, portadora, ao longo dos seus 65 anos de existência, de um valioso património de defesa da paz e dos direitos dos povos e da juventude, contra o imperialismo, o fascismo e o colonialismo.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dispam-se já !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Revolução de Consciências

sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Sem comentários ....

Esta noticia foi retirada do Expresso e por ser verdade e por me deixar sem palavras, transcrevo tal e qual o jornalista a descreveu. Não faço qualquer comentário, pois nem me parece oportuno...
"Crise: Deputado esfomeado reivindica jantar na cantina da AR
O deputado do PS Ricardo Gonçalves gostava de ter a cantina da AR aberta ao jantar. Isto porque 3700€/mês que aufere "não dão para tudo". Fiquei com um "aperto no coração" ao ler isto.Pensava que nada me podia surpreender na política, mas eis que um deputado me acorda para a triste realidade: Portugal. O absurdo é o limite. O horizonte da estupidez ganha novos desígnios e contornos todo o santo dia. Ao deputado Ricardo Rodrigues dos gravadores junta-se agora o deputado Ricardo Gonçalves das refeições.
Se o primeiro meteu gravadores no bolso. Este afirma que o que lhe põem no bolso não chega para tudo, mesmo que seja um valor a rondar os 3700€/ mês. Uma miséria. "Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer" Correio da Manhã (vou fazer uma pausa para ir buscar uns kleenex...)
O corte de 5% nos salários irá obrigá-lo, como "deputado da província", a apertar o cinto e consequentemente o estômago, levando-o a sugerir com ironia mas com seriedade (!?) a abertura da cantina da AR para poder jantar. Uma espécie de Sopa dos Pobres mas sem pobres e sem vergonha. Só com políticos, descaramento e sopa.
"Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá" Valerá a pena acrescentar alguma coisa? Não me parece. Só dizer que as almôndegas que comi ao jantar não se vão aguentar no estômago durante muito tempo depois de ter feito copy/paste desta declaração
Mas continuando a dar voz ao Sr. Deputado: "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira". Pois é, coitadinhos, andam todos a pão e água. Alguns são meninos para largar os bifes doGambrinus.
Bem sabemos que os grandes sacrificados do novo pacote de austeridade do Governo vão ser os senhores deputados. Ninguém tinha dúvidas quanto a isto. E ajuda a explicar o "aperto de coração" que o Primeiro-Ministro sentiu ao ter de tomar estas "medidas duras". Sabia perfeitamente que ao fazê-lo estava a alterar os hábitos alimentares do Sr. Deputado Ricardo Gonçalves, o que é lamentável.
Que tal um regresso à província com o ordenado mínimo e um pacote senhas do Macdonalds? Ser deputado não é o serviço militar obrigatório. Pela parte que me toca de cidadão preocupado está dispensado. Não o quero ver passar necessidades.
Há quem sobreviva com pensões de valor equivalente a 4 dias de ajudas de custo do senhor deputado. Quem ganha o ordenado mínimo está habituado a privações, paciência. Agora com 3700€ por mês e 60€/dia de ajudas compreendo que seja mais difícil saber onde cortar. Podíamos começar por cortar na pouca-vergonha. Mas isso seria pedir demais.
Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Revolução, mas sem caviar...

