
Foi à alguns dias que terminou aqui mesmo em Lisboa, e porque somos bons a receber todo o gato pingado, a reunião do Quarteto para o Médio Oriente, com o principal objectivo de contribuir para o fim do conflito israelo-palestiniano. Engraçado esta coisa de nomearem o Sr. Tony Blair para este Quarteto de Paz. Ele que foi um dos principais aliados dos EUA, de mão dada com o Sr Bush, a fazer a guerra do Iraque. Ainda se lembram das armas de destruição maciças que ninguém chegou a encontrar? Pois é ninguém as viu. Os EUA fizeram-se representar pela Srª Condoleezza Rice e estiveram presentes mais uns outros representantes de outras nações que se julgam mais importantes que outras e tudo isto patrocinado pelas Nações Unidas. Há e esquecia-me para compor o ramalhete o nosso Ministro Luís Amado esteve a fazer de jarra de Flores.
Ficamos a saber que são estes senhores que vão tratar de arranjar uma paz duradoura entre os Palestinianos e Israelitas. E têm esperanças de o conseguir. Realmente é para desconfiar como é que uns senhores destes, que só estão habituados a fazerem a guerra poderão algum dia fazer a Paz?
Como podem eles, sendo os principais responsáveis pela situação actual que se vive no Médio Oriente, resolver uma situação por eles criada?
Ficamos a saber que são estes senhores que vão tratar de arranjar uma paz duradoura entre os Palestinianos e Israelitas. E têm esperanças de o conseguir. Realmente é para desconfiar como é que uns senhores destes, que só estão habituados a fazerem a guerra poderão algum dia fazer a Paz?
Como podem eles, sendo os principais responsáveis pela situação actual que se vive no Médio Oriente, resolver uma situação por eles criada?




Jorge Palma nasceu em Lisboa, mas não é de Lisboa é do Mundo. Ele é sem duvida um dos melhores cantores/compositores actuais. Um homem com uma experiência de vida notável. A vida não passou por ele, ele é que passa pela vida. Faz das suas letras o pão que nós saboreamos e dá-nos aquela libertação de espírito. Transmite-nos liberdade, não sei se é da maneira de cantar, da forma como está em palco, o que sei é que no palco, ele vai ao limite. Como alguém um dia disse, "em Jorge Palma sobressai a capacidade de redescobrir a música, de criar uma forma atraente, de exibir sentimentos, explorar emoções, e cativar sempre mais gente, a acompanhar a sua solidão junto ao piano, num misto de querer estar só, mas com todos os outros".
